Storytelling: como contar histórias ajuda seu negócio

storytelling - contar historias

Guie o coração para mover a mente. Em um mundo cada vez mais digitalizado, uma conexão real e forte com seu cliente fica cada vez mais difícil. Apesar disso, o sentido fundamental de relações humanas ainda continua o mesmo: sentimento. O que isso tem a ver com seu negócio? Entenda.


Quando for fazer a divulgação de sua empresa, você está falando diretamente com seu cliente, certo? Mais ou menos… É a sua empresa que está falando com ele, que não passa de uma entidade que não possui, a princípio, sem personalidade.

Como podemos ver no post anterior sobre identidade visual, as empresas tentam se esquivar disso criando uma personalidade para a marca por meio da forma como respondem a clientes nas mensagens de suas redes sociais ou até mesmo no telefone, por meio do SAC. O uso de uma linguagem informal (não confundir com linguagem chula!!) cria uma conexão sentimental com o cliente, que também a usa no dia-a-dia.

Conte Histórias!

Os seres humanos são animais muito sociáveis. Se você já leu o famoso Guia do Mochileiro das Galáxias, sabe que o extraterrestre Ford Prefect acreditava que os humanos não param de falar por “... terem medo de que a boca se feche definitivamente.”. Mesmo que não tenha lido o livro agora você vai sempre se lembrar que no cotidiano nós falamos muito.

Além disso, estamos sempre procurando motivos para falar. Mesmo quando se trata de algo óbvio. Ainda citando os Mochileiros, Ford observou: “... alguém cai de um buraco de 10 metros de profundidade. Chega alguém e pergunta: ‘Ei! você está bem?’ ”, sendo que é claro que não!

Guie o Coração para Mover a Mente

Se você, assim como eu, é alguém muito objetivo (no dia-a-dia, pelo menos… Como podem ver os meus posts são bem longos xD ) você prontamente se identificou com os questionamentos do Ford e achou divertido quando leu essa passagem ou no livro ou agora no blog. E, ao final do dia, pode até esquecer o que teve no almoço, mas vai se lembrar de Ford Prefect.

Os quatro P’s

People, Purpose, Plot, Place. Pessoa, propósito, enredo e lugar. Em português seria PPEL. Dica: lembre de onde você escreve as histórias, uma folha de PaPEL (PPEL). ;)

Os livros e filmes seguem essa regra ao contar histórias. Primeiro você determina qual dos P você vai focar. Se você foca em People, você tem um drama ou romance (e normalmente é o de maior interesse, pois cativam o público). Se for no Plot (enredo), você tem um filme de ação. Se for em Purpose (propósito), você tem um comercial.

A pessoa, no caso a personagem, é a responsável por veicular a história por meio de seus desejos e paixões. Ela é o coração da história. Não no sentido sexual/afetivo, mas no sentido daquilo que nos move para buscar o que queremos para ser feliz. O seu produto!.

A trama é construída de tal modo que você não só se identifica com a personagem, mas também sente suas aflições e quer o melhor para ela (no caso para você) e passa a pensar como ela. É isso o que significa “guiar o coração para mover a mente”.

É aí que está o pulo do gato! Você, espectador, toma por si só uma decisão pela personagem: “Faz isso, depois aquilo.”. E então, alguns minutos (ou páginas) depois, a sua heroína ou herói decide, por eles mesmos, fazer aquilo que você queria.

Na verdade, a editora queria exatamente isso! Eles programaram a história para que você tomasse a decisão que eles queriam sem que você percebesse que eles já tomaram a decisão antes. O vínculo emocional com a personagem foi construído de maneira firme. É inevitável que você saia do cinema com a história ainda rodando na mente e que na primeira oportunidade vai recomendar para um amigo e provavelmente vai citar a personagem em sua resenha.

Crie conexões


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Fonte: SEO Pressor - Ampliar Imagem

Note como as empresas estão se divulgando hoje em dia.

A Coca-Cola usa jovens adultos felizes num fim de tarde. Note como o enfoque não é mais o propósito, se refrescar, mas sim o estado de espírito das pessoas que a consomem.

Ao associar sua marca com pessoas e criar uma história ao redor disso, sobre como seu serviço resolve um problema, você dará mais força e sentido ao seu design e consequentemente à sua marca. Esse é o poder do chamado Story Telling.

Fonte: Still Motion

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